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27/02/15

Desembargador derruba determinação de suspender o WhatsApp no Brasil

O pânico entre alguns internautas foi instaurado na tarde de ontem quando noticiamos que um juiz do Piauí determinou que as operadoras interrompessem as conexões com os servidores do WhatsApp em todo o território nacional. Hoje, dia 26 de fevereiro, o sindicato que representa as companhias de telecomunicação se pronunciou informando que já tomou as medidas cabíveis para revogar tal decisão.
O novo capítulo dessa disputa tem como protagonista o desembargador Raimundo Nonato Alencar, do Tribunal de Justiça do Piauí. O magistrado derrubou a determinação do juiz Luiz de Moura Correia alegando que o ato punitivo lavrado não é razoável, conforme relata o UOL. "A suspensão de serviços afeta milhões de pessoas em prol de investigação local", explicou o desembargador na nova sentença.
Ainda segundo esse site, embora a decisão de “tirar do ar” do WhatsApp tenha sido revogada por outra determinação judicial, a Polícia Civil do estado publicou um comunicado informando que aplicará novas punições ao mensageiro até que a companhia colabore com as investigações em aberto desde 2013. Contudo, as autoridades do Piauí não explicitaram quais seriam essas medidas punitivas.

Decisão severa demais

Ao que parece, a determinação de bloquear o serviço no Brasil realmente causado grandes divergências. Como se não bastasse os magistrados terem visões distintas da situação, especialistas e profissionais que trabalham com o Marco Civil da Internet afirmam que a decisão pode ser considerada “ilegal” e “autoritária”.
"Não é que o juiz esteja errado em querer punir o WhatsApp por não cumprir determinações legais. A legislação prevê sanções, mas não a interrupção dos serviços”, mencionou Celina Beatriz, pesquisadora do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, em entrevista para o UOL. "É uma medida extrema que atinge indiscriminada a liberdade de todo um país. Está muito mais atrelada às tomadas de decisões de países autoritários, tais como a Rússia e a China", complementou ela.
"Quando se observa as sanções previstas na legislação, não há a opção de suspensão dos serviços. Está descrita a suspensão do processamento de dados pessoais por parte do usuário, que no caso cortaria o fluxo de recurso de um site, mas não os serviços", reforçou Ronaldo Lemos, professor da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. "Além disso, [a decisão] viola a Convenção Americana de Direitos Humanos, que é muito clara ao banir qualquer espécie de censura prévia nos países que integram essa rede, o que inclui o Brasil", esclareceu o educador.
Fonte: Uol




26/02/15

Novas fotos Galaxy S6 e do Galaxy S6 Double Edge, vazaram.

Após o vazamento de imagens do Galaxy S6 nesta quarta-feira (25), novas fotos caíram na rede. Desta vez, as imagens estão em qualidade muito superior e já mostram o próximo lançamento da Samsung em ação e lado a lado com uma variante já especulada e que também deve ser apresentada em 1º de março.
As fotos foram postadas no fórum XDA Developers e confirmam informações que começam a circular sobre o anúncio da Samsung. Segundo o site Business Korea e conforme já adiantado anteriormente pelo TecMundo com exclusividade, o nome da versão paralela ao Galaxy S6 será mesmo Galaxy S6 Double Edge (ou somente S Double Edge).
Ele é o tal smartphone com a tela "vazando" pelas laterais do dispositivo. Ainda de acordo com a página, terá o mesmo hardware do celular principal, com um tamanho igual ou muito similar. Só restam algumas dúvidas sobre a funcionalidade da tela extensível: como a área lateral é bem menor que a do Galaxy Note Edge, que estreou esse recurso, não se sabe se notificações de mensagem e armazenamento serão visíveis. Será apenas um recurso de estilo?
A revelação do Galaxy S6 e da versão Double Edge acontecerá no dia 1º de março, em um evento um dia antes da MWC 2015. Fique de olho no TecMundo para saber tudo sobre o evento.




Juiz determina que WhatsApp saia do ar no Brasil. Será?

Há exatas duas semanas, no dia 11 de fevereiro, o juiz Luiz Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina, estado do Piauí, tomou uma decisão bastante polêmica: interromper a conexão com os servidores do WhatsApp em todo o território nacional. Embora a determinação tenha ocorrido há algum tempo, ela foi veiculada apenas agora, originalmente pela revista Época, devido ao processo estar correndo em segredo de Justiça.
No mandado, o magistrado solicita que as empresas de telefonia suspendam "temporariamente até o cumprimento da ordem judicial (...), em todo território nacional, em caráter de urgência no prazo de 24 horas após o recebimento, o acesso através dos serviços da empresa aos domínios whatsapp.net e whatsapp.com, bem como todos os seus subdomínios e todos os outros domínios que contenham whatsapp.net e whatsapp.com em seus nomes e ainda todos números de IP (Internet Protocol) vinculados aos domínios já acima citados".
Além disso, o juiz ordena que as companhias devem "garantir a suspensão do tráfego de informações de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registro de dados pessoais ou de comunicações entre usuários do serviço e servidores da aplicação de trocada de mensagens multi-plataforma denomidada WhatsApp, em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional".
Ainda de acordo com a Época, o WhatsApp foi comunicado da decisão na quinta-feira passada, dia 19 de fevereiro, através de um ofício enviado pelo Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí, o qual foi assinado pelo delegado Éverton Ferreira de Almeida Férrer. A empresa briga na Justiça para derrubar a determinação antes que seja obrigada a acatá-la.

Atualização

Após a publicação original desta notícia, o Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí emitiu uma nota oficial à imprensa esclarecendo o motivo da decisão tomada pelo juiz Luiz Moura Correia.
Segundo esse comunicado, a determinação é oriunda da negligência por parte do WhatsApp em fornecer informações para uma investigação policial, descumprindo assim um mandado anterior da Justiça. Além disso, o documento revela que a ordem toma como base a lei que instituiu o Marco Civil da Internet.
"Existe um inquérito na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA) e a delegada precisou de informações contidas no Whatsapp para embasar o caso e o aplicativo se negou a dar. O juiz determinou que as informações fossem prestadas e mesmo assim o aplicativo se negou", explicitou o delegado geral do Piauí, Riedel Batista, em entrevista ao site G1.
"A Polícia Civil não sabe de muita coisa, pois ela só deu encaminhamento ao mandado do juiz para os órgãos competentes. Não sabemos quando o aplicativo deverá deixar de funcionar e nem por quanto tempo", complementou Batista.
Fonte: Época




08/02/15

Como saber se S4 é original, não caia na mão de golpistas, ele é o preferido.

Embora não seja mais o top de linha da Samsung, o Galaxy S4 ainda é muito visado por falsificadores. Se você pretende driblar os grandes preços da loja oficial e vai optar por compras online ou em estabelecimentos menos confiáveis, veja como avaliar se o modelo da fabricante coreana é verdadeiro.

A maneira mais fácil de imitar qualquer smartphone é, primeiro, copiando seu design. Alguns falsificadores, porém, não têm tanta atenção nesse quesito, se limitando a usar o mesmo desenho e material, mas esquecendo de quesitos-chave, como o peso. Cópias baratas do S4 ou de outro aparelho qualquer podem ser identificadas facilmente por serem mais pesadas, já que o produto original tem somente 130 g.
Galaxy S4 clonado pode ter design grosseiro (Foto: Reprodução/Paulo Alves) 
Galaxy S4 clonado pode ter design grosseiro (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Outro ponto em que modelos falsos costumam pecar é no tamanho das bordas ao redor da tela, que, por vezes, são muito maiores do que o normal. Na prática, se você notar facilmente bordas de 1 cm ou mais, o smartphone é de origem duvidosa.
Além disso, vale também reparar com atenção no botão físico do aparelho, localizado na parte inferior frontal. Fabricantes de falsificados podem se descuidar na hora de posicionar o botão, deixando-o ligeiramente centralizado. Em alguns casos, até deixam de lado os botões touch de cada lado do botão Home.

Software
Se for original, o celular vai ter Play Store, apps da Samsung e todos os recursos de software de um Galaxy (Foto: Reprodução/Paulo Alves) 
Se for original, o celular vai ter Play Store, apps da Samsung e todos os recursos de software de um Galaxy
Se mesmo depois de analisar a aparência e pegada do aparelho você continuar em dúvida sobre sua originalidade, é hora de verificar eventuais falhas no sistema instalado. De primeira, veja se não há nada escrito em chinês nos menus, mesmo que você tenha configurado o português como padrão.
Certifique-se também de que o celular está rodando ao menos a versão 4.2.2 do Android. Qualquer versão inferior indicará um produto não-original. Para isso, basta acessar o menu, ir até a opção “Sobre o telefone” e verificar a informação escrita no rótulo “Versão do Android”.

Veja também se estão presentes os recursos nativos empregados pela Samsung em seus aparelhos top de linha, como o Smart Stay, Air Gesture, Smart Scroll e Multi-janela. Tudo pode ser acessado por meio do menu de atalhos na área de notificações. Na lista de apps, certifique-se de que há a Play Store instalada, além de outros aplicativos feitos pela Samsung, como Samsung Apps e Chat On.

Verifique modelo e IMEI por meio de comandos no discador (Foto: Reprodução/Paulo Alves) 
Verifique modelo e IMEI por meio de comandos no discador
Feito isso, tente alguns comandos. No discador, digite *#1234# para verificar o modelo do produto, que deve acusar I9500 ou I9505. Por último, descubra o IMEI do dispositivo digitando *#06# também no discador – se não aparecer uma caixa de diálogo com um número de 15 dígitos e dois algarismos identificadores, o celular é, certamente, falsificado.

Fonte: TechTudo




05/02/15

Capa personalizada com fotos, loja.OMundoAndroid.com.br


Produtos e imagens reais, autorizadas pelos clientes.

Olá pessoal venho apresentar uma de nossas especialidades de nossa Loja, a empresa Karol Capas que nada mais é que uma ramificação do site OMundoAndroid, venho aqui apresentar esse belo trabalho que é feito por você, sim o grande artista da história é você, pois você terá uma capa exclusiva desenvolvida por você ao seu gosto, podendo colocar marcas, nomes ou quem ou oque você mais ama. Então aproveite, temos o melhor preço do Brasil, R$44,90 com frete grátis

Aproveita faça sua capa exclusiva, proteja seu smartphone com estilo. Veja como fazer. 



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Confira a lista de modelos disponíveis:
MOTO G (Primeira e Segunda geração)
MOTO X (Segunda Geração) 
LG L90 L70 L5II
Galaxy S3 e S4 MINI
Galaxy S5
Galaxy S4
Galaxy Grand duos
Galaxy ace 2
Motorola D3
Galaxy Note3
Galaxy S2
Galaxy Win duos
Iphone 4 e 4s
Iphone 5 e 5s


BREVE: GRAN PRIME- Galaxy S3- LG G2 G3 e Nexus 4 e 5.




01/02/15

Como atualizar Grand Duos I9082 para Android 5.0 Lollipop, Video Tutorial.


Olá pessoal, estou aqui agradecendo a comunidade de Grand Duos I9082 que me pediu muito esse tutorial tive que fazer, espero que gostem, siga o vídeo e será bem sucedido esse upgrade na versão do seu android, temos certeza que você vai gostar dessa versão.




O que você vai precisar ?


PACOTE ROM CYANOGEM 5.0 Lollipop

Obs: Você precisa ter instalada a versão 4.2.2 para fazer esse upgrade.

Pacote com Rom CM12 + Gapps + Menu Recovery junto ao ROOT



Programas necessários:


ODIN V3.07
Para enviar ROM em seu aparelho (Se já tem desconsidere)

KIES
Para instalar os drivers no PC (Se já tem desconsidere)



Você é inteiramente responsável por esse processo.
Faça backup do seu android no caso de arquivos da memoria interna, já o que estiver no Cartão SD não será perdido.





20/01/15

Whatsapp começa a banir usuários de Whatsapp Plus e apps alternativos.

Se você é usuário de aplicativos que modificam o WhatsApp como WhatsApp+ e WhatsAppMD, é melhor dar adeus a esses produtos se quiser continuar usando o original.
O WhatsApp iniciou uma campanha agressiva para fazer com que usuários parem de utilizar software que não foi desenvolvido ou autorizado pela empresa. Usuários cadastrados nestes aplicativos estão sendo descadastrados do WhatsApp por 24 horas e só poderão voltar a usá-lo se desinstalarem o app derivado. A rigidez da medida leva a crer que o WhatsApp quer varrer do mapa os apps paralelos.
“O WhatsApp Plus contém códigos fonte, os quais o WhatsApp não garante serem seguros e também não garantimos que suas informações pessoais não estejam sendo repassadas a terceiros sem que você saiba ou sem sua autorização”, alerta o texto publicado no FAQ da empresa.
O WhatsApp+ permite modificar o visual do WhatsApp, alterando cores e outros elementos. Com ele, também é possível aumentar o limite de upload de conteúdo como vídeos ou música (o WhatsApp oficial só autoriza 16 megabytes). Já o WhatsApp MD proporciona ao visual do aplicativo uma roupagem “material design” (a nova identidade visual lançada pelo Google para o Android L).
As comunidades do WhatsApp+ e do WhatsAppMD no Google+ postaram mensagens de esclarecimento aos seus usuários. Prometem driblar a restrição em breve, permitindo que suas versões voltem a ser usadas.
Confira o screenshot do Whatsapp plus:

Fonte: Folha